Eu já estive 4 vezes na Colômbia, a trabalho e a passeio, principalmente em Bogotá, e sempre, invariavelmente, eu constato a seguinte realidade: atualmente, a Colômbia é um país bastante seguro em cidades como Bogotá, Cartagena, Zipaquirá etc. Em Bogotá, por exemplo, a coisa mais normal do mundo é ver, em várias regiões da cidade, vários caixas eletrônicos no meio da calçada sem nenhum tipo de proteção especial ou blindagem, e tem mais: não se vê ninguém mal-encarado por perto.
É claro que essa situação atual não caiu do céu. Ela é o resultado de uma "fórmula mágica" que é a mais antiga do mundo e que sempre funciona: quanto mais polícia na rua, mais segurança. Na Colômbia, vemos nessas cidades um grande número de policiais, e todos andam muito bem armados, com armas de grosso calibre, e com coletes à prova de balas.
Por que o governo brasileiro, nas suas 3 esferas, não copia essas "fórmulas mágicas" que sempre dão certo?
Quarta-feira, Março 14, 2012
Domingo, Março 04, 2012
Tudo é relativo até que alguém pise no seu calo!
Todos nós temos assuntos sobre os quais não admitimos discussão. Na maioria dos casos, o assunto intocável é a religião, ou melhor dizendo, as crenças religiosas das pessoas, as quais as têm como dogmas, artigos de fé.
Não são poucas as pessoas - e eu conheço várias - que gostam de afirmar que tudo é relativo e que não existem verdades absolutas mas que, quando alguém pisa no seu calo, elas se armam, se fecham e dizem: "Aí, é diferente! Não admito discussão sobre esse assunto! Eu tenho a minha opinião, você tem a sua e vamos continuar sendo amigos, mas sem entrar no mérito da questão!" E o mais irônico de tudo isso é que, geralmente, as pessoas mais relativistas costumam ser os defensores mais ferrenhos dos seus pontos de vista naqueles assuntos específicos que lhe são tão caros.
Além disso, há dois tipos de pessoas: aquelas cujo senso de justiça é transcendente e aquelas cujo senso de justiça é imanente. A diferença entre esses dois grupos é relativamente fácil de explicar: enquanto os transcendentes conseguem perceber que existe um conceito de certo e errado que é geral, acima de todos e que vale para todos, inclusive para eles, os imanentes, por sua vez, acham que o certo é o que favorece os seus interesses, e o errado é aquilo que vai contra os seus interesses. Para este segundo grupo de pessoas, quando eles, por exemplo, cometem uma incivilidade, uma desonestidade ou até mesmo um crime, o ato se torna certo porque tudo aquilo que eles fazem é certo, enquanto que as mesmas incivilidades, desonestidades e crimes, quando cometidos pelos outros, aí sim é que são crimes, pois quando os outros fazem coisas erradas, elas são erradas, mas quando eles próprios fazem coisas erradas, elas se tornam corretas pelo fato de terem sido feitas por eles, afinal de contas, eles nunca erram; o erro sempre é dos outros.
Não são poucas as pessoas - e eu conheço várias - que gostam de afirmar que tudo é relativo e que não existem verdades absolutas mas que, quando alguém pisa no seu calo, elas se armam, se fecham e dizem: "Aí, é diferente! Não admito discussão sobre esse assunto! Eu tenho a minha opinião, você tem a sua e vamos continuar sendo amigos, mas sem entrar no mérito da questão!" E o mais irônico de tudo isso é que, geralmente, as pessoas mais relativistas costumam ser os defensores mais ferrenhos dos seus pontos de vista naqueles assuntos específicos que lhe são tão caros.
Além disso, há dois tipos de pessoas: aquelas cujo senso de justiça é transcendente e aquelas cujo senso de justiça é imanente. A diferença entre esses dois grupos é relativamente fácil de explicar: enquanto os transcendentes conseguem perceber que existe um conceito de certo e errado que é geral, acima de todos e que vale para todos, inclusive para eles, os imanentes, por sua vez, acham que o certo é o que favorece os seus interesses, e o errado é aquilo que vai contra os seus interesses. Para este segundo grupo de pessoas, quando eles, por exemplo, cometem uma incivilidade, uma desonestidade ou até mesmo um crime, o ato se torna certo porque tudo aquilo que eles fazem é certo, enquanto que as mesmas incivilidades, desonestidades e crimes, quando cometidos pelos outros, aí sim é que são crimes, pois quando os outros fazem coisas erradas, elas são erradas, mas quando eles próprios fazem coisas erradas, elas se tornam corretas pelo fato de terem sido feitas por eles, afinal de contas, eles nunca erram; o erro sempre é dos outros.
Sábado, Fevereiro 25, 2012
Enquanto a América dança, Obama canta
No mês passado, Obama visitou um teatro no bairro nova-iorquino do Harlem, onde estava programado que discursaria para militantes e financiadores de sua campanha à reeleição. Num dado momento do discurso, Obama cantarolou a canção Let´s stay together, de Al Green, um clássico da música soul americana. A mídia americana cobriu o fato, mas não se disse uma palavra sobre alguma possível proposta que Obama tenha divulgado para tirar os Estados Unidos do atoleiro em que se encontram.
Enquanto, no passado, grandes presidentes americanos, tais como Lincoln, Roosevelt e Kennedy, proferiam discursos memoráveis motivando o povo americano a trabalhar duro em tempos de crise, Obama cantarola uma musiquinha em vez de discursar e acha que esse ridículo recurso teatral e de marketing vai salvar a América.
Enquanto, no passado, grandes presidentes americanos, tais como Lincoln, Roosevelt e Kennedy, proferiam discursos memoráveis motivando o povo americano a trabalhar duro em tempos de crise, Obama cantarola uma musiquinha em vez de discursar e acha que esse ridículo recurso teatral e de marketing vai salvar a América.
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