Certa vez, um professor de uma universidade em que estudei gastou uma aula inteira de 100 minutos para explicar a seguinte afirmação, proferida por ele mesmo: "Na sociedade capitalista, uma das poucas coisas que não têm preço é a obra de arte". Por mais absurdo que isso possa parecer, essa era a tese defendida pelo infame professor.
Quando estive em Cuba, houve um momento em que eu estava assistindo à televisão local quando, de repente, a emissora exibiu uma reportagem sobre uma exposição de arte cubana ocorrida em Havana na qual os preços das obras de arte foram considerados baratos e, portanto, acessíveis à população.
Você percebeu o que foi dito pela reportagem da TV cubana? Se até em Cuba, no mundo socialista de Fidel Castro, obra de arte tem preço, no mundo capitalista certamente há também. A bem da verdade, o único mundo em que obra de arte não tem preço é o mundo imaginário delirante da cabecinha oca desse professor.
terça-feira, julho 27, 2010
domingo, julho 25, 2010
A vitória do papel higiênico sobre o socialismo
Em várias ocasiões, um conhecido meu expôs uma teoria sua sobre a incompatibilidade entre o socialismo e o papel higiênico. Dizia ele que em todos os países comunistas em que esteve, sempre havia, invariavelmente, escassez de papel higiênico.
Na minha primeira visita a Cuba, que foi a enésima do meu pai, ele me disse que pela primeira vez havia bastante papel higiênico, o que me faz pensar que, segundo a teoria do meu conhecido, uma vez que o comunismo e o papel higiênico são incompatíveis, pode-se dizer que o papel higiênico finalmente triunfará sobre a Revolução Cubana e que o paraíso socialista jamais chegará a se materializar nesta belíssima e importante ilha do Caribe.
Na minha primeira visita a Cuba, que foi a enésima do meu pai, ele me disse que pela primeira vez havia bastante papel higiênico, o que me faz pensar que, segundo a teoria do meu conhecido, uma vez que o comunismo e o papel higiênico são incompatíveis, pode-se dizer que o papel higiênico finalmente triunfará sobre a Revolução Cubana e que o paraíso socialista jamais chegará a se materializar nesta belíssima e importante ilha do Caribe.
domingo, julho 04, 2010
Cãominhada e direito de ir e vir
A priori, a iniciativa santista de organizar uma caminhada na Avenida da Praia das famílias que têm cachorros é louvável, justamente porque se trata de um evento que valoriza a família, além de servir como marca e marketing de Santos.
Todavia, quem mora na Avenida da Praia tem suprimido o seu direito de ir e vir devido ao fato de que as autoridades fecham as duas pistas da Avenida para o evento. Se em outros eventos, tais como o triatlo, apenas a pista do lado da praia é interditada, por que, durante a Cãominhada, são interditadas as duas pistas?
Não se deve comprometer um bom evento com o exagero. Nesse caso, fechar as duas mãos da Avenida da Praia é uma extravagância que atrapalha a vida de muita gente.
Todavia, quem mora na Avenida da Praia tem suprimido o seu direito de ir e vir devido ao fato de que as autoridades fecham as duas pistas da Avenida para o evento. Se em outros eventos, tais como o triatlo, apenas a pista do lado da praia é interditada, por que, durante a Cãominhada, são interditadas as duas pistas?
Não se deve comprometer um bom evento com o exagero. Nesse caso, fechar as duas mãos da Avenida da Praia é uma extravagância que atrapalha a vida de muita gente.
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