Pessoal, gostaria de agradecer a todos vocês por me ajudarem a atingir os 2 milhões de acessos no meu canal do YouTube, conseguidos na semana passada. Conto com vocês agora para atingir os 3 milhões. Obrigado!
A propósito: para quem ainda não conhece, meu canal no YouTube é www.youtube.com/slagp51
terça-feira, outubro 25, 2011
sábado, outubro 01, 2011
O início de um processo benéfico e irreversível
A seguir, notícia publicada hoje no site da Folha de S. Paulo:
Plano libera uso de guarda privada em prisões e ônibus
DE SÃO PAULO
O governo federal quer permitir a contratação de empresas privadas para serviços de segurança armada em presídios, transportes coletivos e em eventos, como jogos de futebol e shows.
Chamado "estatuto da segurança privada", o projeto foi apresentado pelo Ministério da Justiça a empresas e sindicato do setor, informa a reportagem de Catia Seabra, publicada na Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Pela proposta, as empresas poderão atuar na segurança patrimonial dos presídios --inclusive para agente de muralha-- mas não assumiriam o papel de carcereiros.
Elaborado sob medida para realização dos Jogos Olímpicos e para a Copa, o texto atribui ao organizador de eventos a responsabilidade pela segurança interna nos estádios e praças de show.
A intenção seria liberar os PMs hoje dedicados à segurança de jogos e estádios.
A seguir, meus comentários:
Finalmente, o governo brasileiro está dando os primeiros passos numa coisa em que eu venho falando desde meus verdes anos: a privatização do sistema prisional. A exemplo de vários países europeus e de vários Estados americanos, o governo brasileiro finalmente percebeu que o modelo penitenciário estatal está falido já há muito tempo, e que a solução é contratar empresas de segurança armada para cuidar dos presídios e, conseqüentemente, aumentar o contingente da PM na rua, pois lugar de PM é na rua, não no quartel, e nem na cadeia.
A propósito: o próximo passo do processo será trocar os carcereiros estatais por carcereiros que sejam funcionários das empresas de segurança armada.
Plano libera uso de guarda privada em prisões e ônibus
DE SÃO PAULO
O governo federal quer permitir a contratação de empresas privadas para serviços de segurança armada em presídios, transportes coletivos e em eventos, como jogos de futebol e shows.
Chamado "estatuto da segurança privada", o projeto foi apresentado pelo Ministério da Justiça a empresas e sindicato do setor, informa a reportagem de Catia Seabra, publicada na Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Pela proposta, as empresas poderão atuar na segurança patrimonial dos presídios --inclusive para agente de muralha-- mas não assumiriam o papel de carcereiros.
Elaborado sob medida para realização dos Jogos Olímpicos e para a Copa, o texto atribui ao organizador de eventos a responsabilidade pela segurança interna nos estádios e praças de show.
A intenção seria liberar os PMs hoje dedicados à segurança de jogos e estádios.
A seguir, meus comentários:
Finalmente, o governo brasileiro está dando os primeiros passos numa coisa em que eu venho falando desde meus verdes anos: a privatização do sistema prisional. A exemplo de vários países europeus e de vários Estados americanos, o governo brasileiro finalmente percebeu que o modelo penitenciário estatal está falido já há muito tempo, e que a solução é contratar empresas de segurança armada para cuidar dos presídios e, conseqüentemente, aumentar o contingente da PM na rua, pois lugar de PM é na rua, não no quartel, e nem na cadeia.
A propósito: o próximo passo do processo será trocar os carcereiros estatais por carcereiros que sejam funcionários das empresas de segurança armada.
segunda-feira, setembro 26, 2011
Assassino não tem cor!
A seguir, notícia publicada no portal UOL:
Suprema Corte dos EUA suspende execução de assassino no Texas
Washington D.C.
A Suprema Corte dos Estados Unidos suspendeu a execução programada para esta quinta-feira no Texas de um homem negro condenado por duplo assassinato, após admitir uma apelação de sua defesa, que argumenta que a sentença foi injusta porque teve a influência de um testemunho racista.
A Suprema Corte decidiu "interromper" a execução de Duane Buck, que seria feita por injeção letal, confirmou à Agência Efe por telefone um porta-voz do Departamento de Justiça Criminal do Texas.
Buck, de 48 anos, foi condenado a morte pelo assassinato, em 1995 em Houston (Texas), de sua ex-namorada e de outro homem, uma semana após ter rompido a relação com a mulher.
A culpabilidade de Buck não está em dúvida, a questão é que o júri que o condenou à pena de morte pode ter sido influenciado negativamente pelo testemunho de um psicólogo que argumentou no julgamento que os criminosos negros são mais propensos que os demais a representar um perigo futuro se libertados.
Além da solicitação de adiamento da execução à Suprema Corte, os defensores de Buck também apelaram ao governador do Texas, Rick Perry, conhecido defensor da pena de morte e favorito, segundo as últimas enquetes, para ser o candidato republicano nas eleições presidenciais de 2012.
A seguir, meus comentários:
Apesar de o psicólogo consultado pelo tribunal texano ter dado uma declaração infeliz e que não corresponde à realidade, pois, afinal de contas, qualquer assassino é perigoso se for libertado, a Suprema Corte americana e o Governador do Texas devem levar em consideração o fato de que o assassino não foi condenado à morte por ser negro, mas por ser um assassino. Não existe esse negócio de assassino negro e assassino branco. Assassino é assassino. Assassino não tem cor. Na minha opinião, se este homem cometeu um duplo homicídio doloso e a Justiça tem certeza de que ele é culpado, ele tem que pagar com a vida, sem contemplação.
Suprema Corte dos EUA suspende execução de assassino no Texas
Washington D.C.
A Suprema Corte dos Estados Unidos suspendeu a execução programada para esta quinta-feira no Texas de um homem negro condenado por duplo assassinato, após admitir uma apelação de sua defesa, que argumenta que a sentença foi injusta porque teve a influência de um testemunho racista.
A Suprema Corte decidiu "interromper" a execução de Duane Buck, que seria feita por injeção letal, confirmou à Agência Efe por telefone um porta-voz do Departamento de Justiça Criminal do Texas.
Buck, de 48 anos, foi condenado a morte pelo assassinato, em 1995 em Houston (Texas), de sua ex-namorada e de outro homem, uma semana após ter rompido a relação com a mulher.
A culpabilidade de Buck não está em dúvida, a questão é que o júri que o condenou à pena de morte pode ter sido influenciado negativamente pelo testemunho de um psicólogo que argumentou no julgamento que os criminosos negros são mais propensos que os demais a representar um perigo futuro se libertados.
Além da solicitação de adiamento da execução à Suprema Corte, os defensores de Buck também apelaram ao governador do Texas, Rick Perry, conhecido defensor da pena de morte e favorito, segundo as últimas enquetes, para ser o candidato republicano nas eleições presidenciais de 2012.
A seguir, meus comentários:
Apesar de o psicólogo consultado pelo tribunal texano ter dado uma declaração infeliz e que não corresponde à realidade, pois, afinal de contas, qualquer assassino é perigoso se for libertado, a Suprema Corte americana e o Governador do Texas devem levar em consideração o fato de que o assassino não foi condenado à morte por ser negro, mas por ser um assassino. Não existe esse negócio de assassino negro e assassino branco. Assassino é assassino. Assassino não tem cor. Na minha opinião, se este homem cometeu um duplo homicídio doloso e a Justiça tem certeza de que ele é culpado, ele tem que pagar com a vida, sem contemplação.
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