Durante o show da virada de ano da RedeTV, comandado pelo pessoal do programa "Pânico", o humorista Fábio Rabin fez um número de stand-up no qual afirmou enfaticamente que o Brasil é uma merda e fez a seguinte observação:
O rap é uma música de crítica social. Ele floresce no terceiro mundo, em países como o Brasil. Não faz sentido fazer rap lá na Suíça! Imaginem o rap de um suíço: ´Eu ganho bem / Eu moro bem / Aqui só tem loira / Meu hobby é esquiar nos Alpes...´
O "rap suíço" do humorista segue mais um pouco, sempre dando a entender que a Suíça é um país que não tem problemas. Esse cidadão não tem muita cultura, pois desconhece que existe, sim, rap em países de primeiro mundo, tais como França e Alemanha, por exemplo, além do fato de que o rap nasceu justamente nos Estados Unidos!
Esse humorista representa uma fatia grande da população brasileira: os cidadãos que, além de detestarem o Brasil, acreditam que os países de primeiro mundo simplesmente não têm problemas, isto é, são sociedades perfeitas e plenamente justas. O grande problema desse raciocínio romântico é que todos os países do mundo têm problemas. É claro que há diferenças escalares entre o primeiro e o terceiro mundo, mas o que muda de um país para outro são os tipos de problemas, e não essa ilusão infantil de que este ou aquele país é literalmente um paraíso edênico, o Céu na Terra.
As pessoas, sejam elas brasileiras ou não, que acreditam que existem países sem problemas sempre se frustrarão com a situação da sua pátria, pois o target delas é não apenas alto, como também impossível de ser alcançado.
Eu creio piamente que o planeta Terra não foi feito para ser um paraíso. Na minha opinião, a Terra é uma escola para que todos nós evoluamos espiritualmente e mereçamos reencarnar em condições materiais cada vez melhores, neste ou em outro planeta. Não há paraíso de fato no mundo material.
terça-feira, janeiro 03, 2012
quinta-feira, dezembro 22, 2011
Quer seja pobre, quer não, ladrão é ladrão!
Ontem, eu e meu pai voltamos de uma viagem que fizemos a Buenos Aires. Durante o vôo de volta, eu usei um dos banheiros da parte traseira do avião e não pude deixar de perceber que algum passageiro havia esquecido os seus óculos na pia. Ao sair do banheiro, imediatamente abordei uma comissária de bordo e lhe pedi para que ela ou outra comissária fizesse, pelo microfone, um aviso deste importante item esquecido dentro daquele lugar.
A tripulação não avisou os passageiros pelo microfone, mas, pelo menos, tomou uma outra boa providência: uma outra comissária entrou no banheiro, pegou os óculos e caminhou por duas vezes, indo e vindo, ao longo de todo o avião, mostrando os óculos acima da altura dos assentos para que todos pudessem ver o objeto em sua mão.
Quando a dita comissária caminhou no sentido contrário, da cabine para o fundo, um casal de velhinhos argentinos chamou a atenção da comissária como que pedindo pelos óculos. Neste momento, a comissária perguntou: "Estes óculos são seus?" Ao que ambos os velhinhos deram, em uníssono, uma resposta suspeitíssima: "Acho que são". Instantaneamente, a comissária percebeu que esse casal estava tentando roubar os óculos. Nesta fração de segundo logo após a resposta malandra do casal, a comissária fez a coisa certa: desconversou, calou, virou-se de costas, guardou os óculos consigo e saiu andando.
A grande maioria dos jornalistas, sociólogos e demais supostos especialistas em segurança pública costumar seguir aquilo que poderíamos chamar de "receita de bolo marxista sobre o crime": segundo estes pseudo-intelectuais, as pessoas se tornam criminosas porque são pobres, portanto, não tiveram boas oportunidades na vida, logo, a única maneira de o sujeito sobreviver é virar bandido. Porém, se nós usarmos esta receitinha pronta, como vamos conseguir explicar porque esses dois velhinhos, ricos e "acima de qualquer suspeita", são ladrões?
Na minha opinião, esta "receita de bolo marxista" sobre porque as pessoas se tornam criminosas é uma ofensa aos pobres, e não uma absolvição ou uma simples desculpa. Para estes palpiteiros comunistas, o caráter do indivíduo é proporcional à sua conta bancária. Mas e os bandidos ricos? Por que eles são assim?
A tripulação não avisou os passageiros pelo microfone, mas, pelo menos, tomou uma outra boa providência: uma outra comissária entrou no banheiro, pegou os óculos e caminhou por duas vezes, indo e vindo, ao longo de todo o avião, mostrando os óculos acima da altura dos assentos para que todos pudessem ver o objeto em sua mão.
Quando a dita comissária caminhou no sentido contrário, da cabine para o fundo, um casal de velhinhos argentinos chamou a atenção da comissária como que pedindo pelos óculos. Neste momento, a comissária perguntou: "Estes óculos são seus?" Ao que ambos os velhinhos deram, em uníssono, uma resposta suspeitíssima: "Acho que são". Instantaneamente, a comissária percebeu que esse casal estava tentando roubar os óculos. Nesta fração de segundo logo após a resposta malandra do casal, a comissária fez a coisa certa: desconversou, calou, virou-se de costas, guardou os óculos consigo e saiu andando.
A grande maioria dos jornalistas, sociólogos e demais supostos especialistas em segurança pública costumar seguir aquilo que poderíamos chamar de "receita de bolo marxista sobre o crime": segundo estes pseudo-intelectuais, as pessoas se tornam criminosas porque são pobres, portanto, não tiveram boas oportunidades na vida, logo, a única maneira de o sujeito sobreviver é virar bandido. Porém, se nós usarmos esta receitinha pronta, como vamos conseguir explicar porque esses dois velhinhos, ricos e "acima de qualquer suspeita", são ladrões?
Na minha opinião, esta "receita de bolo marxista" sobre porque as pessoas se tornam criminosas é uma ofensa aos pobres, e não uma absolvição ou uma simples desculpa. Para estes palpiteiros comunistas, o caráter do indivíduo é proporcional à sua conta bancária. Mas e os bandidos ricos? Por que eles são assim?
sexta-feira, dezembro 02, 2011
PM sem colete
Diariamente, eu saio de casa e constato que a grande maioria dos policiais militares que eu vejo trabalhando nas ruas de Santos está sem o colete à prova de balas. Eu estou errado em entender que um policial fardado é um alvo natural dos bandidos?
Gostaria que essa pergunta fosse respondida por alguém que fale em nome da Polícia Militar.
Gostaria que essa pergunta fosse respondida por alguém que fale em nome da Polícia Militar.
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