Ano passado, na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Pequim, uma chinesinha fotogênica cantou uma música; pouco tempo depois, foi descoberto que, na verdade, aquela garotinha bonita apenas dublou a verdadeira cantora, uma outra menina não tão bela.
Numa prova de atletismo, um corredor chinês foi obrigado a correr mesmo estando visivelmente impossibilitado até mesmo de andar. A cara de dor dele era angustiante.
Esses dois fatos me fazem pensar: qual é o real valor do indivíduo na China? O que cada cidadão representa para os Generais do Partidão, que governa o país ininterruptamente desde 1949? Pelo que me parece, o cidadão chinês é para eles quase que uma cabeça de gado, perfeitamente sacrificável em nome de sua bandeira vermelha.
Por que a grande mídia brasileira não diz essa verdade nesses termos? Será que, em troca de equipamentos baratos contrabandeados da China, fabricados por mão-de-obra escrava e muitas vezes até infantil, vale a pena meter o pau nas sólidas democracias do Atlântico Norte e puxar o saco da sexagenária ditadura chinesa?
No Brasil de hoje, não são poucos os idiotas úteis que não hesitariam em apoiar a hegemonia chinesa e ajudar a derrubar a hegemonia americana. Você, leitor, já parou para pensar se isso realmente vale a pena?
Apesar de todos os defeitos, a hegemonia americana é a hegemonia de uma democracia diuturnamente patrulhada pela mídia do mundo inteiro. E a China? É uma ditadura totalitária que nesse ano de 2009 completa nada menos que 60 primaveras! E o pior é o outono nunca chega!
Muitos desses mesmos idiotas úteis chegam ao cúmulo de não quererem nenhuma das duas hegemonias e sonharem com uma nova ordem mundial em que todos os países hão de ficar em pé de igualdade... Leda utopia! Isso nunca houve nem nunca haverá!
O mundo é assim. Se você ainda não percebeu isso, já está mais do que na hora de acordar para a vida...
segunda-feira, março 30, 2009
Por que muitos atletas cubanos não sabem ganhar?
Certa vez, há mais de 10 anos, houve um jogo de vôlei feminino entre Brasil e Cuba, cujas cubanas ganharam. Do meio do jogo em diante, as cubanas, a cada ponto que marcavam, tiravam sarro das brasileiras raivosamente, o que, dali a um certo tempo, causou a natural reação por parte delas. O jogo foi quase abortado devido a uma briga, difícil de apartar, daquelas mulheres altas e esbaforidas, se pegando e puxando o cabelo uma da outra. Quando o jogo acabou, então, aí “o bicho pegou”: a equipe de segurança do evento teve que ser acionada para conter a verdadeira batalha entre as amazonas pós-modernas que se digladiavam num ginásio poli-esportivo convertido em Coliseu.
Realmente, aquelas esportistas cubanas não souberam ganhar, mas aí eu lhe pergunto: por que às vezes os atletas cubanos não sabem ganhar? Porque eles são oprimidos por uma ditadura violentíssima que literalmente os obriga a vencer. Governos como o de Cuba estão nas antípodas do ideal pregado pelo Barão de Coubertin, da competição leal acima da vitória a qualquer custo. E não me venham comparar esse espisódio com a Copa de 70 e o uso político que os militares brasileiros fizeram do escrete canarinho comandado por Pelé. Se o Brasil tivesse perdido a Copa, os jogadores não apanhariam, por exemplo.
Por que quase ninguém fala isso na imprensa? Por que quase toda a hierarquia da grande mídia brasileira, de cima a baixo, é visceralmente compremitda com a ideologia socialista que dita o regime cubano.
Realmente, aquelas esportistas cubanas não souberam ganhar, mas aí eu lhe pergunto: por que às vezes os atletas cubanos não sabem ganhar? Porque eles são oprimidos por uma ditadura violentíssima que literalmente os obriga a vencer. Governos como o de Cuba estão nas antípodas do ideal pregado pelo Barão de Coubertin, da competição leal acima da vitória a qualquer custo. E não me venham comparar esse espisódio com a Copa de 70 e o uso político que os militares brasileiros fizeram do escrete canarinho comandado por Pelé. Se o Brasil tivesse perdido a Copa, os jogadores não apanhariam, por exemplo.
Por que quase ninguém fala isso na imprensa? Por que quase toda a hierarquia da grande mídia brasileira, de cima a baixo, é visceralmente compremitda com a ideologia socialista que dita o regime cubano.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
A grande diferença entre Caco Barcellos e o jornalismo sério
Na minha mui humilde opinião, um jornalista que escreve um livro dizendo que a ROTA foi criada especificamente para matar gente inocente não é um jornalista sério. É apenas um panfleteiro, na melhor das hipóteses.
Analisemos o seguinte trecho do verbete da Wikipédia sobre Caco Barcellos:
É o autor do livro Rota 66, que lhe custou oito anos de pesquisa, muitas noites de insônia e várias ameaças e que fala sobre a polícia que mata em São Paulo. A investigação levou à identificação de 4.200 vítimas, todos jovens e pobres, mortos pela Polícia Militar de São Paulo. Depois do lançamento do livro, Caco passou um período fora do Brasil, pois sua vida corria risco - o livro irritou profundamente algumas esferas, sobretudo a dos coronéis da polícia militar.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caco_barcellos
Agora, venha cá: Caco Barcellos escreveu esse livreco por doer-se por 4.200 supostas vítimas inocentes da "malvada" ROTA, o "esquadrão da morte" da PM paulista. Quem me garante que essas 4.200 pessoas não tinham "capivara", ou seja, não tinham antecendentes criminais?
Além disso, façamos o seguinte cálculo: em 8 anos de pesquisa, Caco levantou 4.200 pessoas supostamente inocentes mortas supostamente pela polícia no Estado de São Paulo. Num único ano, no Brasil inteiro, morrem nada menos que 50 mil pessoas vítimas de crimes de morte - homícidios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte etc., o que aliás é um record mundial, levando-se em conta que o Brasil é um país cuja população civil, na prática, é desarmada. Pois bem: 50.000 X 8 = 400.000.
Você entendeu esse cálculo? Se não, explico: a cada 8 anos, base "barcellar" de estatística, 400 mil cidadãos absolutamente inocentes são assassinados por bandidos. Por acaso, até hoje, Caco Barcellos ousou escrever um parágrafo a esse respeito? Que eu saiba, não.
A mensagem está dada...
Analisemos o seguinte trecho do verbete da Wikipédia sobre Caco Barcellos:
É o autor do livro Rota 66, que lhe custou oito anos de pesquisa, muitas noites de insônia e várias ameaças e que fala sobre a polícia que mata em São Paulo. A investigação levou à identificação de 4.200 vítimas, todos jovens e pobres, mortos pela Polícia Militar de São Paulo. Depois do lançamento do livro, Caco passou um período fora do Brasil, pois sua vida corria risco - o livro irritou profundamente algumas esferas, sobretudo a dos coronéis da polícia militar.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caco_barcellos
Agora, venha cá: Caco Barcellos escreveu esse livreco por doer-se por 4.200 supostas vítimas inocentes da "malvada" ROTA, o "esquadrão da morte" da PM paulista. Quem me garante que essas 4.200 pessoas não tinham "capivara", ou seja, não tinham antecendentes criminais?
Além disso, façamos o seguinte cálculo: em 8 anos de pesquisa, Caco levantou 4.200 pessoas supostamente inocentes mortas supostamente pela polícia no Estado de São Paulo. Num único ano, no Brasil inteiro, morrem nada menos que 50 mil pessoas vítimas de crimes de morte - homícidios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte etc., o que aliás é um record mundial, levando-se em conta que o Brasil é um país cuja população civil, na prática, é desarmada. Pois bem: 50.000 X 8 = 400.000.
Você entendeu esse cálculo? Se não, explico: a cada 8 anos, base "barcellar" de estatística, 400 mil cidadãos absolutamente inocentes são assassinados por bandidos. Por acaso, até hoje, Caco Barcellos ousou escrever um parágrafo a esse respeito? Que eu saiba, não.
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